sábado, 6 de maio de 2017

Exército recolhe e detona granada encontrada próxima a presídio em MS

Morteiro foi encontrado no bairro Previsul, em Corumbá, na manhã deste sábado; Militares recolheram o artefato e o detonaram em uma área de treinamento à tarde. 

Momento em que militar prepara morteiro para ser detonado, no detalhe o artefato já preparado para ser destruído (Foto: 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira/Divulgação) 
Momento em que militar prepara morteiro para ser detonado, no detalhe o artefato já preparado para ser destruído (Foto: 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira/Divulgação) 
 
Militares da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira recolheram e detonaram por volta das 14h (de MS) em uma área de treinamento, a granada do tipo morteiro, encontrada na manhã deste sábado (6), em um terreno baldio, no bairro Previsul, em Corumbá, a 415 quilômetros de Campo Grande. 

O local em que o morteiro foi encontrado fica a cerca de duas quadras (100 metros), do presídio de Segurança Média de Corumbá. A Polícia Militar foi acionada logo após o artefato ter sido encontrado por moradores do bairro, por volta das 6h. Os policiais isolaram a área e chegaram a impedir que os moradores entrassem em suas residências em razão do risco. 

O comandante da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, general João Denison Maia Correia, disse que o artefato encontrado no local era um morteiro 60 mm, modelo M49 A2, e que esse tipo de material já não é utilizado em operações militares há pelo menos dez anos.
  Morteiro foi encontrado em pé na calçada (Foto: Reprodução/TV Morena) 
 Morteiro foi encontrado em pé na calçada (Foto: Reprodução/TV Morena) 
 
Inicialmente a detonação seria feita por uma equipe do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), da Polícia Militar, mas depois o Exército acabou assumindo a atribuição, já que o artefato oferecia risco aos moradores e demandava uma solução imediata. O morteiro foi recolhido pelos militares e depois detonado em uma área de treinamento da unidade, que fica na saída para a Bolívia. 

A 18ª Brigada vai abrir agora um procedimento para investigar a origem do artefato. A unidade, entretanto, descarta antecipadamente qualquer relação do artefato com algum crime envolvendo o presídio que fica próximo ao local onde o morteiro foi encontrado.

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