4/4/2016 às 07h58 (Atualizado em 4/4/2016 às 10h50)
SP triplica os pedidos de antiviral e se prepara para tratar 149 mil com H1N1
Até o dia 29 de março, 55 pessoas morreram em decorrência da doença
Fila em clínica particular para tomar a vacina da gripe H1N1
FolhaPress
Com o surto antecipado de gripe H1N1
no Estado de São Paulo, a Secretaria Estadual da Saúde já estima que
pelo menos 149 mil pessoas necessitem de tratamento para o vírus neste
ano, o triplo de pacientes tratados em todo o ano passado. A estimativa
corresponde ao número de unidades do medicamento oseltamivir, mais
conhecido como Tamiflu, solicitadas pelo governo do Estado ao Ministério
da Saúde até o fim de março. O total de antivirais pedidos em 2016 deve
crescer ainda mais com a chegada do inverno quando o número de casos da
doença aumenta.
Segundo o ministério, as secretarias de saúde recebem estoque do medicamento mensalmente, conforme solicitação e demanda do próprio Estado. Não existe, portanto, uma quantidade fixa de remédios enviados, uma vez que os pedidos são feitos conforme a incidência da doença em cada localidade.
Em todo o ano passado, quando o número de casos em São Paulo foi baixo e as infecções ficaram concentradas no período do inverno, a Secretaria da Saúde de São Paulo solicitou e recebeu do ministério volume de Tamiflu suficiente para o tratamento de 48,5 mil pessoas — 9,5 mil delas crianças (que recebem dosagens menores do medicamento). Neste ano, com um surto instalado de forma antecipada e perspectiva de aumento de casos na estação mais fria do ano, já foi solicitado ao ministério tratamento para 149,1 mil pessoas, das quais 33,8 mil são crianças.
O volume de antiviral solicitado pelo governo de São Paulo dá uma ideia do alcance do surto atual, mesmo sem que o número total de casos seja conhecido. Como a gripe H1N1 não é de notificação obrigatória aos serviços de vigilância epidemiológica, não é possível saber quantos casos da doença foram registrados. Só é conhecido com exatidão o número de pessoas que desenvolveram SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) por causa do vírus — a forma mais grave da doença, que requer internação.
Fonte: http://noticias.r7.com/saude/sp-triplica-os-pedidos-de-antiviral-e-se-prepara-para-tratar-149-mil-com-h1n1-04042016
Segundo o ministério, as secretarias de saúde recebem estoque do medicamento mensalmente, conforme solicitação e demanda do próprio Estado. Não existe, portanto, uma quantidade fixa de remédios enviados, uma vez que os pedidos são feitos conforme a incidência da doença em cada localidade.
Em todo o ano passado, quando o número de casos em São Paulo foi baixo e as infecções ficaram concentradas no período do inverno, a Secretaria da Saúde de São Paulo solicitou e recebeu do ministério volume de Tamiflu suficiente para o tratamento de 48,5 mil pessoas — 9,5 mil delas crianças (que recebem dosagens menores do medicamento). Neste ano, com um surto instalado de forma antecipada e perspectiva de aumento de casos na estação mais fria do ano, já foi solicitado ao ministério tratamento para 149,1 mil pessoas, das quais 33,8 mil são crianças.
O volume de antiviral solicitado pelo governo de São Paulo dá uma ideia do alcance do surto atual, mesmo sem que o número total de casos seja conhecido. Como a gripe H1N1 não é de notificação obrigatória aos serviços de vigilância epidemiológica, não é possível saber quantos casos da doença foram registrados. Só é conhecido com exatidão o número de pessoas que desenvolveram SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) por causa do vírus — a forma mais grave da doença, que requer internação.
Fonte: http://noticias.r7.com/saude/sp-triplica-os-pedidos-de-antiviral-e-se-prepara-para-tratar-149-mil-com-h1n1-04042016
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