quarta-feira, 20 de abril de 2016

20/04/2016 19h39 - Atualizado em 20/04/2016 19h40

DF tem aumento de 360% nos casos de dengue em um ano, diz Saúde

Em uma semana, 663 pessoas foram diagnosticadas com a doença no DF.
Secretaria de Saúde iniciou vacinação contra vírus H1N1 na última segunda.

Funcionário da Vigilância Ambiental inspeciona garagem de ministério (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília) 

Funcionário da Vigilância Ambiental inspeciona garagem de ministério (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)

O Distrito Federal registrou aumento de 360% nos casos confirmados de dengue, de acordo com o boletim epidemiológico publicado nesta quarta-feira (20) pela Secretaria de Saúde. A pasta registrou 11.391 casos até a última segunda-feira (18), segundo a publicação.

As regiões de Brazlândia,   Ceilândia,   São   Sebastião, Taguatinga, Planaltina e Samambaia somam 6.011 casos, cerca de 50% do total de confirmações. Apenas Brazlândia tem 16% das contaminações.

A pasta considera que Brazlândia, Candangolândia, Fercal, Itapoã, Paranoá, Planaltina e São Sebastião estão em situação de epidemia. Até a última segunda, foram registradas seis mortes em decorrência de dengue grave no DF.

Febre chikungunya e vírus da Zika
Segundo a publicação, 58 pessoas contraíram a doença no DF, até segunda-feira. Do total, 62,26% foram contaminados com o vírus em outras unidades da federação.

A Secretaria de Saúde registrou 61 casos confirmados de contaminação por vírus da zika. De acordo com o boletim, a doença está presente em 17 regiões administrativas. Taguatinga registra o maior número de casos, com 9 das 33 ocorrências registradas em todo o DF. Do total, 14 pacientes diagnosticadas com a doença eram gestantes.

H1N1
Na última segunda feira, o GDF iniciou a campanha de vacinação contra o vírus H1N1. Nos primeiros dias, foram disponibilizadas 260,7 mil doses para grávidas, mães que tiveram bebê há poucos dias, crianças com até 5 anos e servidores da Saúde.

Até o fim da campanha, 609 mil pessoas devem ser imunizadas, de acordo previsões da pasta. O DF tem ao todo 2,9 milhões de habitantes. Além do H1N1, a vacina protege contra o H3N2 e a influenza B (caso mais agudo da doença).

A partir do dia 30, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais vão ser imunizadas.

Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/04/df-tem-aumento-de-360-nos-casos-de-dengue-em-um-ano-diz-saude.html
20/04/2016 19h59 - Atualizado em 20/04/2016 20h13

Mais de 40 mil casos de dengue são confirmados em BH, diz secretaria

Região do Barreiro concentra o maior número de registros com 9.086 casos.
Há 32 casos confirmados de zika em Belo Horizonte, segundo SMSA.

Já são 40.192 os casos de dengue confirmados em Belo Horizonte neste ano, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA).

A doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti que também é vetor do chikungunya e do vírus da zika.

A Região do Barreiro é a que concentra o maior número de registros com 9.086. Em seguida aparecem as regiões Nordeste (7.166) e Oeste (4.827).

De acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira (20) pela SMSA, 15 pessoas morreram por causa da dengue na capital.

Zika
De acordo com o balanço da SMSA, foram confirmados 32 casos de zika na capital. Há também 921 casos sob investigação.

A região com o maior número de casos confirmados é a Norte, com 10 ocorrências, seguida pelas regiões Nordeste e Venda Nova (5).

O balanço da secretaria ainda aponta que foram notificados 35 casos de microcefalia para investigar a associação com zika em recém-nascidos, em Belo Horizonte. Não há nenhuma confirmação até o momento.

Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2016/04/mais-de-40-mil-casos-de-dengue-sao-confirmados-em-bh-diz-secretaria.html
19/04/2016 13h51 - Atualizado em 19/04/2016 15h12

H1N1 já provocou 153 mortes no Brasil este ano, segundo boletim

Mais da metade das mortes por H1N1 do país ocorreram em São Paulo.
Ao todo, foram 1.012 casos de complicações por H1N1 no país.

 População busca vacina conbtra a gripe H1N1 em São Paulo (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo) 

População busca vacina conbtra a gripe H1N1 em São Paulo (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo)

Até o dia 9 de abril, o Ministério da Saúde já tinha registrado 153 mortes por H1N1 em todo o país, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (19). Foram 51 mortes desde o boletim anterior, referente aos casos até 2 de abril.

Ao todo, foram registrados 1.012 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza A/H1N1 até 9 de abril. A SRAG é uma complicação da gripe. Em uma semana, foram registrados 326 novos casos de SRAG por H1N1 no país.

Além das mortes por H1N1, houve 8 mortes por influenza A de subtipo não especificado e 6 mortes por influenza B. O estado de São Paulo teve o maior número de óbitos por influenza: 91, correspondendo a 57,7% das mortes do país.

Os outros estados que registraram óbitos por H1N1 foram Santa Catarina (10), Goiás (9), Rio de Janeiro (8), Rio Grande do Sul (6), Minas Gerais (4), Pará (3), Bahia (3), Distrito Federal (3), Mato Grosso do Sul (3), Mato Grosso (2), Paraná (2), Ceará (2), Rio Grande do Norte (2), Amazonas (1), Paraíba (1), Pernambuco (1) e Amapá (1). Houve ainda um caso de morte em que o paciente foi infectado em outro país.

A camanha nacional de vacinação contra gripe começa no dia 30 de abril, mas vários estados já anteciparam a aplicação das doses.

A vacinação contra influenza no SUS é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, mulheres que deram à luz há menos de 45 dias, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade.

A vacina aplicada é a trivalente, que protege contra H1N1, H3N2 (ambos vírus da Influenza A) e uma cepa da Influenza B. Em clínicas particulares, a vacina já está disponível.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/04/h1n1-ja-provocou-153-mortes-no-brasil-este-ano-segundo-boletim.html 
20/04/2016 11h30 - Atualizado em 20/04/2016 14h20

Pernambuco registra 12 mortes pela febre chikungunya

Número de óbitos passou de nove para 12, em uma semana, no estado.
Novo boletim da Saúde revela nova morte de bebê com microcefalia.

O número de óbitos confirmados pela febre chikungunya em Pernambuco passou de nove para 12. Os três novos casos foram confirmados por meio do boletim semanal de microcefalia e arboviroses divulgado na manhã desta quarta-feira (20) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). No total, 16.968 casos foram notificados em 169 municípios e no arquipélago de Fernando de Noronha. Destes, 371 foram confirmados.

O documento também registra mais uma morte de bebê com diagnóstico de microcefalia, totalizando 49 casos, entre agosto de 2015 e o dia 16 de abril de 2016. Destes, 26 casos são de bebês natimortos e 23 que vieram a óbito logo após o nascimento.

A SES destaca, no entanto, que nenhum dos casos teve microcefalia como causa básica de morte. Até o momento, Pernambuco notificou 1.871 casos da malformação, no mesmo período. Até o momento, foram 333 casos confirmados e 778 descartados.

Destes 333 casos confirmados de microcefalia, 148 estão relacionados à infecção pelo vírus da zika por parte das mães. Todas as confirmações foram feitas através de exame laboratorial conduzido pelo Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães, da Fiocruz.

Recife é o município com maior número de notificações de bebês com microcefalia com 324. Na sequência, aparecem Jaboatão dos Guararapes, com 114, Caruaru, com 75, e Olinda, com 54.

O documento ainda aponta que, entre dezembro de 2015 e o dia 16 de abril, foram notificados 3.978 casos de gestantes com exantema (manchas vermelhas). Vinte e duas delas possuem detecção de microcefalia intraútero. A secretaria alerta, contudo, que o exantema não é indicativo de que a mulher terá, obrigatoriamente, um bebê com microcefalia. Já em relação ao vírus da zika, até o momento foram notificados 8.716 casos em 2016, com 16 confirmações.

O boletim destaca ainda os números da dengue no estado. Em 2016 foram notificados até aqui 59.753 casos. Até o momento, 9.111 foram confirmados e ocorreram em todos os 184 municípios e no distrito de Fernando de Noronha. Um óbito foi confirmado.

Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2016/04/pernambuco-registra-12-mortes-pela-febre-chikungunya.html 
20/04/2016 13h10 - Atualizado em 20/04/2016 13h12

Microcefalia: casos confirmados chegam a 1.168, segundo ministério

Deste total, 192 tiveram teste positivo para o vírus da zika.
Desde 22 de outubro, o Brasil já teve 7.150 notificações de microcefalia.

Terapeuta ensina Daniele Santos a fazer a manssagem shantala em seu filho, que nasceu com microcefalia (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker ) 

Terapeuta ensina Daniele Santos, mãe de um bebê com microcefalia, a fazer a manssagem shantala em seu filho (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker )

O número de casos confirmados de microcefalia no Brasil chegou a 1.168. Ao todo, foram 7.150 notificações desde o início das investigações, em 22 de outubro, até 16 de abril. Segundo a pasta, 2.241 casos foram descartados e outros 3.741 casos ainda estão sendo investigados.

Os dados são do boletim divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (20). Dos casos confirmados de microcefalia, 192 tiveram teste positivo para o vírus da zika.

Estados
O estado com maior número de casos confirmados ainda é Pernambuco, com 333 casos, seguido da Bahia, com 219, Paraíba, com 109, e do Maranhão, com 90.

Desde 22 de outubro, houve 240 notificações de mortes por microcefalia ou outras alterações no sistema nervoso central durante a gestação ou após o parto. Deste total, 51 óbitos foram confirmados para microcefalia e alterações do sistema nervoso central, 30 foram descartados e 165 continuam sob investigação.

O vírus da zika já circula em todas as unidades da federação, segundo o Ministério da Saúde.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/04/casos-confirmados-de-microcefalia-chegam-1168-diz-ministerio.html 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

18/4/2016 às 19h08

Rio de Janeiro teve 14 mortes por H1N1 neste ano, diz secretaria

Segundo pasta, foram notificados 42 casos até esta segunda (18) no Estado

A secretaria de Estado de Saúde informou nesta segunda-feira (18) que 14 pessoas já morreram em decorrência da gripe H1N1 no Estado do Rio de Janeiro. No total, 42 casos notificados foram confirmados por exames laboratoriais.

Vacina antecipada
Crianças de 6 meses a 5 anos, grávidas e pacientes renais crônicos serão os primeiros a receberem a vacina contra H1N1 no Rio de Janeiro. A Secretaria de Estado de Saúde vai antecipar a vacinação para esses grupos, que começarão a ser imunizados em 25 de abril, cinco dias antes do início oficial da campanha nacional.


A partir de 30 de abril, os demais grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde começarão a ser imunizados - idosos, outros pacientes crônicos, indígenas, mulheres com até 45 dias de pós parto e profissionais de saúde. A expectativa é vacinar cerca de 80% das 4 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos mais vulneráveis.

Fonte: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/rio-de-janeiro-teve-14-mortes-por-h1n1-neste-ano-diz-secretaria-18042016
18/4/2016 às 09h21 (Atualizado em 18/4/2016 às 14h59)

Mais de 400 imigrantes desaparecem no Mediterrâneo

Grupo de africanos viajava em direção à Itália
 
Mesmo após diversas tragédias no Mediterrâneo, autoridades continuam a assistir ao crescimento do número de imigrantes mortos na região Reuters
 
Mais de 400 pessoas, em sua maioria somalianas, desapareceram no Mar Mediterrâneo enquanto viajavam em direção à Itália, a procura de asilo na Europa.

Segundo a emissora britânica BBC, o grupo, que vinha do Egito, viajava em quatro embarcações. O presidente da Itália, Sergio Mattarella, disse que o episódio deve causar profunda reflexão.

"Existe uma verdadeira necessidade para pensar [na crise imigratória] e a tragédia no Mediterrâneo nos lembra hoje disso".

Mattarella ainda recordou a tragédia acontecida exatamente um ano atrás no Mediterrâneo que deixou 800 mortos nas proximidades da Sicília. Além disso, na última noite, seis corpos foram encontrados em um bote inflável que viajava com direção à Itália.

A embarcação foi encontrada no Canal da Sicília, ainda próximo à costa da Líbia. Mais de 100 pessoas foram salvas na operação de resgate.

Só em 2015, a Itália foi porta de entrada para mais de 150 mil pessoas que fugiam das guerras, da miséria e de perseguições, especialmente, de países do norte da África, da Síria, do Afeganistão e do Iraque.

O país é a segunda "rota de imigrantes" pelo mar, ficando atrás apenas da Grécia — que recebeu mais de 840 mil imigrantes no ano passado.

Fonte: http://noticias.r7.com/internacional/mais-de-400-imigrantes-desaparecem-no-mediterraneo-18042016