Doador e receptor deverão ser idênticos para que haja a doação.
quarta-feira, 1 de março de 2017
23/02/2017 06h36
- Atualizado em
23/02/2017 06h36
Acessório é usado para manter paciente imóvel durante radioterapia.
Marco Antonio Santana (Foto: Huse/Divulgação)
Máscaras estilizadas estão ajudando crianças na luta contra o câncer no maior hospital público de Sergipe.
Com ela, os superpoderes dos personagens das histórias de ficção são
transferidos para os heróis de verdade, que se enchem de coragem e força
durante o tratamento de radioterapia. A adaptação dos acessórios
começou este ano no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse).
Durante as sessões contra tumores na cabeça, pescoço ou face, é preciso ficar imóvel para que radiação atinja sempre o mesmo local do planejamento. Cada máscara termoplástica é moldada no formato do rosto do paciente para que o encaixe seja perfeito.
“As crianças têm bastante energia e ficam agitadas. Por isso, muitas
vezes é necessária a aplicação de anestesia geral diariamente durante
todo o tratamento, o que torna as sessões de radioterapia mais demoradas
e complicadas. Infelizmente, para as crianças o conceito da máscara é
assustador porque ela é branca e de aspecto estéril”, explicou o médico
radio-oncologista, Marco Antonio Costa Campos de Santana, que teve a
ideia e desenhou os super-heróis.
Ao transformar o ambiente hospitalar de forma lúdica, o resultado positivo foi imediato. “As crianças apresentam grande alegria em usar a máscara do seu herói preferido. Isso ajuda a dissipar a ansiedade e a despertar maior interesse pelo tratamento. Nossa intenção é fazer o mesmo para todas as crianças que necessitem do acessório, com o objetivo de tornar o procedimento menos traumático”, destacou o especialista.
"Fico feliz em ver que meu filho se sente melhor e mais forte quando usa a máscara do Homem-Aranha, que ele adora. Enfrentar o câncer já é difícil para um adulto, imagina para uma criança. Então todo esse cuidado especial ajuda a ele passar melhor por essa fase", disse Doralice Santos, mãe do primeiro paciente a receber o acessório customizado em Sergipe.
A inspiração foi baseada em alguns serviços de radioterapia do
exterior, que modificaram as máscaras com personagens infantis. Toda a
equipe do setor de radioterapia ficou sensibilizada e aderiu à
iniciativa, os técnicos em radioterapia Joaquim Smith e Marcelo Bomfim
também colaboraram com as artes.
“Nós optamos por encorajar as crianças a se tratarem sem anestesia, comportando-se como verdadeiros super-heróis. Os resultados têm sido excelentes e alguns pacientes já querem levar as máscaras para casa”, finalizou o radio-oncologista Marco Antonio Santana.
Fonte: http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2017/02/mascaras-de-super-herois-dao-poder-criancas-na-luta-contra-o-cancer.html
Máscaras de super-heróis 'dão poder' a crianças na luta contra o câncer
Acessório é usado para manter paciente imóvel durante radioterapia.
'Optamos por encorajar as crianças a se tratarem sem anestesia', diz médico.
Marina FonteneleDo G1 SE
Máscaras estilizadas evitam anestesia durante sessões de radioterapia (Foto: Huse/Divulgação)
'As crianças apresentam grande alegria em usar a máscara do seu herói preferido', afirma o médico
Marco Antonio Santana (Foto: Huse/Divulgação)
Durante as sessões contra tumores na cabeça, pescoço ou face, é preciso ficar imóvel para que radiação atinja sempre o mesmo local do planejamento. Cada máscara termoplástica é moldada no formato do rosto do paciente para que o encaixe seja perfeito.
Ao transformar o ambiente hospitalar de forma lúdica, o resultado positivo foi imediato. “As crianças apresentam grande alegria em usar a máscara do seu herói preferido. Isso ajuda a dissipar a ansiedade e a despertar maior interesse pelo tratamento. Nossa intenção é fazer o mesmo para todas as crianças que necessitem do acessório, com o objetivo de tornar o procedimento menos traumático”, destacou o especialista.
"Fico feliz em ver que meu filho se sente melhor e mais forte quando usa a máscara do Homem-Aranha, que ele adora. Enfrentar o câncer já é difícil para um adulto, imagina para uma criança. Então todo esse cuidado especial ajuda a ele passar melhor por essa fase", disse Doralice Santos, mãe do primeiro paciente a receber o acessório customizado em Sergipe.
Máscaras que eram brancas ganharam cor e um significado especial (Foto: Huse/Divulgação)
“Nós optamos por encorajar as crianças a se tratarem sem anestesia, comportando-se como verdadeiros super-heróis. Os resultados têm sido excelentes e alguns pacientes já querem levar as máscaras para casa”, finalizou o radio-oncologista Marco Antonio Santana.
Fonte: http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2017/02/mascaras-de-super-herois-dao-poder-criancas-na-luta-contra-o-cancer.html
O que engorda mais: o que você come ou o que você bebe? Bem Estar fala sobre as calorias líquidas
Achocolatados, isotônicos, energéticos, refrigerantes, sucos naturais e industrializados, você se preocupa com a saúde em relação ao açúcar que eles contêm?
Por G1, São Paulo
Cuidado com o que você bebe. Sabe aquela cervejinha do fim de semana?
Será que ela ajuda mesmo a reidratar o corpo? O Bem Estar desta
terça-feira de carnaval mostra que o que você bebe pode engordar mais do
que aquilo que você come. Algumas bebidas têm muito açúcar e estão
entre os principais motivos do ganho de peso.
Tentações por aí não faltam! Um exemplo é o refrigerante com refil, que
você compra nos restaurantes e pode beber o quanto quiser. Na França
isso foi proibido, mas e no Brasil, será que a moda pega? E para os pais
que querem que os filhos bebam menos refrigerante, a dica número 1 é:
dê o exemplo.
Saiba mais
Pode beber durante a refeição? -
Até pode, mas não é recomendado porque a bebida ocupa um espaço no
estômago e junto com a comida, provoca um estufamento. De qualquer
maneira, isso não atrapalha a absorção dos nutrientes, como muitos
pensam. Outro problema dessa combinação é para quem sofre de refluxo e
azia porque a bebida pode subir pelo esôfago quando o estômago começar a
triturar a comida.
E para quem costuma empurrar a comida com a bebida, cuidado, isso
prejudica a mastigação e o alimento leva mais tempo para ser digerido.
Xarope de milho, o grande vilão -
O endocrinologista Dr. João Salles considera o xarope de milho um
grande vilão porque ele tem alta concentração de frutose, que, em
excesso, é responsável por transformar açúcar em gordura. Além disso, o
xarope de milho tem rápida absorção.
A indústria usa o xarope de milho nas bebidas doces porque é mais
barato e fácil de ser manipulado. O problema é que as embalagens nem
sempre informam que o produto contém xarope de milho, o rótulo diz
apenas que contém "açúcar" e assim, o consumidor não sabe o tipo de
açúcar que está consumindo.
Bebidas açucaradas ou adoçadas -
A nutricionista Elaine Moreira diz que é preciso observar a quantidade
de açúcar consumida por dia, o excesso é o grande problema. Ela diz que
em determinados momentos, o açúcar não chega a ser prejudicial, como no
pré-treino, durante o treino ou pós-treino. Nessas situações, o açúcar é
necessário para gerar energia durante o exercício ou suprir a perda
causada pela atividade física.
Achocolatados -
Se usar achocolatado em pó, coloque somente uma colher de sopa rasa e
não adicione açúcar. As crianças devem evitar o consumo diário de
achocolatado, mas essa pode ser até uma boa opção antes de ir para a
escola porque gera energia. Já as crianças com excesso de peso não devem
consumir achocolatados em nenhuma situação. Substitua o achocolatado
por leite batido com frutas ou café com leite.
Crianças podem tomar
café, desde que seja de forma moderada. Se acrescentar açúcar, dose bem a
quantidade.
Os pais devem ficar atentos a quantidade de açúcar que a criança ingere
no dia. Muitas vezes, a lancheira das crianças só têm alimentos doces,
como bolos, sucos e iogurtes.
Estudo aponta que dois remédios contra câncer agem também contra ebola e dengue
Equipe da Universidade Stanford testou os fármacos em camundongos.
Por G1
Em novo estudo da Faculdade de Medicina da Universidade Stanford, os
remédios erlotinib e sunitinib, usados há mais de uma década para o
tratamento de câncer, foram testados em camundongos e se mostraram
eficientes para enfraquecer os vírus do ebola e da dengue.
Os pesquisadores usaram a combinação destes dois fármacos durante
vários dias -- em doses equivalentes àquelas declaradas seguras para
pacientes com câncer. Os resultados demonstraram que tais doses
melhoraram substancialmente as taxas de sobrevivência entre os
camundongos infectados por dengue ou ebola.
De acordo com os cientistas, esses remédios funcionam contra vírus tão
diferentes porque o erlotinib e o sunitinib inibem duas enzimas (AAK1 e
GAK). Elas não são o alvo primário dos dois fármacos, mas eles
prejudicam a sua função. A questão é que muitos vírus -- não apenas o
ebola e a dengue -- utilizam essas enzimas para conseguir infectar as
células humanas.
Desta forma, inibindo as enzimas GAK e AAK1, a dupla de remédios
consegue fechar o processo de infecção viral. Os pesquisadores de
Stanford também testaram a combinação dessas drogas contra o zika, a
hepatite C e o vírus da febre do Nilo Ocidental, mas apenas em
laboratório, sem o uso de camundongos.
Ambos remédios também foram
efetivos nestes casos.
“Mostramos que uma única combinação de drogas pode ser eficaz para uma
ampla gama de vírus, mesmo que eles sejam amplamente separados em sua
árvore evolutiva”, disse Shirit Einav, autor do estudo.
'HIVitoriosa': Por que uma jovem de 22 anos revelou ter HIV no Twitter
'Sou a primeira pessoa do lugar onde eu nasci a falar abertamente sobre minha condição', diz jovem sul-africana, que descobriu ser portadora do vírus aos 14 anos em teste oferecido na escola.
Por BBC
"Quando descobri que tinha HIV, aos 14 anos, não pensei que viveria até os 18. Agora, estou completando 22 anos."
Desde que a sul-africana Saidy Brown tuitou estas palavras, na última
sexta-feira, milhares de pessoas compartilharam sua mensagem de
esperança, muitas delas elogiando sua coragem de falar em público sobre a
experiência com o vírus.
A ativista, que se descreve como uma 'HIVitoriosa' em seu perfil no
Twitter, conversou com a BBC sobre a enorme reação à sua publicação.
Também explicou por que demorou tanto tempo para ser diagnosticada e
comentou os desafios que uma pessoa com o vírus enfrenta para namorar.
Por que tuitar?
"Eu sempre falei sobre a minha condição. Comecei a conversar sobre o
fato de ser HIV-positivo quando tinha 18 anos. Normalmente, uso o
Facebook para falar com as pessoas sobre HIV e Aids", explicou.
"Mas eu sentia uma vontade urgente de publicar isso no Twitter, para
que não estivesse limitada apenas aos meus amigos do Facebook. Eu
precisava que o mundo entrasse nas conversas sobre o vírus."
"A resposta tem sido ótima. Houve pessoas que vieram até mim e contaram suas histórias. Eu gosto disso", disse.
"Gosto de iniciar debates sobre HIV. Não acredito que isso deva ser
tratado como um tema 'não-falado'. Eu quero que conversemos a respeito,
porque, quando falamos, conseguimos desestigmatizar o assunto."
Saidy Brown prossegue: "Há pessoas que se opõem, mas eu nem respondo. Eu apenas as deixo falando."
"Quando era mais nova, morria de medo de como as pessoas me
perceberiam", afirmou Brown à BBC.
"Mas agora eu cresci e as opiniões
das pessoas não me afetam. Acho que fiquei mais forte emocionalmente.
Quando vejo esses comentários (negativos) e tal, eles realmente não me
derrubam."
A vida com o HIV
"Eu nunca fui necessariamente discriminada. Posso dizer que eu mesma me
discriminava, entre os 14 e os 18 anos, porque eu não queria falar a
respeito. Só minha família sabia. Ninguém mais. Quando fiz 18 anos,
resolvi começar a abrir o assunto. Foi melhor e mais sábio."
A jovem conta que nasceu na pequena cidade de Itsoseng, no noroeste
sul-africano. "Sou a primeira pessoa do lugar onde nasci a dar um passo à
frente e falar abertamente sobre minha condição", diz.
"O apoio existe porque, seja comigo ou com qualquer outra pessoa, a
realidade é que há pessoas vivendo com HIV, quer falemos sobre isso ou
não".
A descoberta
"Quando eu tinha 14 anos, participei de um evento sobre juventude
representando minha escola. Lá havia pessoas que faziam testes de HIV,
davam conselhos, esse tipo de coisa", lembra.
"Quando cheguei, perguntaram a nós se queríamos ser testados. Eu fui uma das pessoas que aceitaram. E descobri assim."
A primeira reação, ela conta, foi difícil. "Fique em choque. Não
conseguia acreditar. Eu tinha só 14 anos e naquela época eu pensava:
'Como? Só tenho 14... Eu não fiz nada. Como?"
A resposta veio logo em seguida. "Quando eu fui para casa e contei para
minha tia, ela me contou que na verdade eu tinha nascido com o vírus.
Meus pais haviam morrido por doenças relacionadas a Aids, algo que
ninguém nunca me havia contado."
Brown tinha 9 anos de idade quando o pai morreu. A mãe faleceu no ano seguinte.
Vida amorosa
"Eu estou vivendo um relacionamento neste momento", conta a jovem.
"É bem fascinante, porque normalmente eu conto logo no início da
relação. Se a pessoa decide que quer continuar comigo, ótimo. Se decide
partir, tudo bem também. Eu não vou odiar a pessoa porque muita gente
ainda tem suas questões sobre o HIV. Eu não culpo a pessoa que diz:
'Não, não posso ficar com você porque você é HIV-positivo."
Mas ela conta que já sofreu por isso. "Já ouvi isso no passado. Dói
muito. Mas depois de um tempo, as pessoas voltam e pedem desculpas.
Quando isso ocorre, estamos conversando, o que é bom. Eu as perdoei".
Mantendo-se saudável
"Eu realmente não sou a pessoa mais consciente do mundo sobre o que
come, mas faço questão de tomar meus remédios no horário certo todas as
noites. Eu não me esqueço", conta.
Criar uma família
Saidy Brown conta que torce para construir uma família um dia e que tem
lido sobre métodos preventivos para evitar a transmissão do HIV para
parceiros ou bebês.
"Eu sou filha de uma tramissão de mãe para bebê, portanto não quero fazer minhas crianças passarem por isso", diz.
A entrevista foi dada a Debula Komoli, do BBC Minute.
Cientistas usam maçã para criar tecido humano para transplante
Técnica foi desenvolvida no Canadá como opção mais barata aos procedimentos tradicionais de medicina regenerativa.
Por BBC
Para a imensa maioria da população mundial, maçã serve para comer.
Mas, para o biofísico canadense Andrew Pelling, a fruta tem outras finalidades.
Pelling é professor da Universidade de Ottawa, no Canadá, e vem usando
não só a maçã, mas outras frutas, verduras, legumes e até flores para
ajudar a reconstruir o corpo humano.
Por trás disso, está a intenção de desenvolver métodos mais novos e baratos da chamada medicina regenerativa.
Em um experimento recente, Pelling e sua equipe removeram as células e o
DNA de uma maçã, até sobrar apenas a sua estrutura de celulose - a
mesma que deixa a fruta crocante. Existente na maioria dos vegetais de
característica fibrosa, a celulose é responsável por dar a rigidez e
firmeza às plantas e não é digerida pelos seres humanos.
Os cientistas constataram, então, que essa estrutura se mostrou efetiva
para o implante de células vivas em laboratório, incluindo células
humanas.
Em um segundo momento, a equipe esculpiu maçãs em formato de orelha, e
usou as estruturas de celulose resultantes para implantar - nelas -
células humanas, recriando "orelhas".
"Trata-se de um material de baixo custo com o qual você criar
diferentes estruturas. Ele abre várias possibilidades para a medicina
regenerativa", diz Pelling em entrevista à BBC.
Esse tipo de suporte para fazer implantes em pacientes com tecidos
danificados ou doentes é uma ferramenta essencial para a medicina
regenerativa. Médicos e dentistas usam essas estruturas para fazer
enxerto de pele e de osso, e para reparar joelhos danificados,
ligamentos e gengivas.
Mas os produtos disponíveis no mercado podem ser muito caros - entre
US$ 30 a US$ 1,5 mil por centímetro quadrado ─ e são normalmente
derivados de animais ou cadávares humanos.
Já a estrutura feita a partir da maçã custa centavos de dólar.
Para conduzir o experimento, Pelling transplantou as estruturas de
celulose em uma cobaia e observou a formação de vasos sanguíneos.
Agora, ele está fazendo testes semelhantes com aspargos, pétalas de flores e outras frutas, legumes e verduras.
Pelling suspeita que a estrutura das pétalas de flores - fina e plana -
pode se provar ideal para produzir pele enquanto o formato dos aspargos
seriam úteis para estimular o crescimento de nervos e vasos sanguíneos.
Medicina regenerativa
O campo da medicina regenerativa vem crescendo na última década.
Pesquisadores já conseguiram criar artificialmente traqueias e bexigas e agora trabalham para produzir órgãos mais complexos.
Pelling espera poder desenvolver materiais de baixo custo e "de código
aberto" (ou seja, capaz de ser adaptado e aperfeiçoado por outros
cientistas) que ajudem a impulsionar a revolução.
"O próximo desafio é saber se poderemos trabalhar com organismos mais complicados, órgãos, músculos ou ossos", afirma.
Alemanha inicia prescrição médica de maconha a doentes crônicos
Pacientes com dores crônicas, pacientes com esclerose ou determinadas doenças psiquiátricas poderão ser beneficiados.
Por Agencia EFE
Os médicos alemães podem prescrever desde esta quarta-feira (1º)
tratamentos à base de maconha a seus pacientes com doenças graves e sem
alternativa terapêutica, que receberão nas farmácias o produto com
receita e com financiamento público.
O Bundesrat (câmara de representação territorial) aprovou em 10 de
fevereiro, de forma definitiva, a norma com a qual pretende facilitar a
distribuição medicinal de maconha e superar o procedimento em vigor até
agora, quando os doentes necessitavam de uma autorização específica do
Instituto Federal de Remédios e Produtos Sanitários (BfArM) para comprar
maconha na farmácia.
O Executivo explicou que para que um médico possa receitar maconha a um
de seus pacientes, deve ter esgotado antes todas as alternativas
terapêuticas, embora também poderá prescrevê-la quando considere que
ajudará no tratamento de determinados sintomas ou na evolução da doença.
Foram citados como exemplos os pacientes com dores crônicas, pacientes
com esclerose ou determinadas doenças psiquiátricas.
Uma Agência Estatal de Cannabis se ocupará da importação da maconha
medicinal e, caso necessário, concederá autorizações para plantações
controladas no país, cujo produção comprará para revendê-la a empresas
farmacêuticas, atacadistas e farmácias autorizadas.
Em abril do ano passado, segundo números publicados, um total de 647
doentes tinham conseguido autorização especial do BfArM para consumir
cannabis medicinal, mas os custos não eram assumidos pelas autoridades,
que a partir de agora farão cargo do financiamento dos tratamentos.
Segundo o projeto que o governo apresentou ao parlamento, o custo médio
dos tratamentos que estavam autorizados com flores de cannabis era de
540 euros mensais, embora em casos especialmente graves chegava a 1,8
mil euros.
A Alemanha importou em 2014 um total de 48 quilos de cannabis para esse
fim e o número aumentou até 94 quilos em 2015, a maioria desde a
Holanda.
Assinar:
Postagens
(
Atom
)