9/3/2016 às 09h45 (Atualizado em 9/3/2016 às 10h23)
Alunos encontram larva em merenda de escola estadual em SP
Secretaria de Educação lamentou o ocorrido e disse que já tomou as providências necessárias
Alunos da Escola Estadual Professor José Maria Rodrigues Leite, que fica em Osasco, na Grande São Paulo, encontraram larvas na merenda oferecida para eles na última terça-feira (8). A comida estava estragada. Segundo a publicação divulgada na página Não Fechem Minha Escola, no Facebook, a instituição estava sem merenda até pouco tempo atrás. A postagem pede punição aos responsáveis por desvios de dinheiro na merenda, que estão sendo investigados pelo Ministério Público.
Procurada pela reportagem, a Secretaria de Educação diz que já tomou as providências necessárias. Leia a íntegra da nota: "A Diretoria de Ensino de Osasco lamenta o ocorrido e esclarece que a empresa já foi notificada a prestar esclarecimento sobre a manipulação e armazenamento do estoque do arroz, já que o produto não estava vencido. A nutricionista retirou todo o estoque do local e foi feita a assepsia da cozinha".
Procurada pela reportagem, a Secretaria de Educação diz que já tomou as providências necessárias. Leia a íntegra da nota: "A Diretoria de Ensino de Osasco lamenta o ocorrido e esclarece que a empresa já foi notificada a prestar esclarecimento sobre a manipulação e armazenamento do estoque do arroz, já que o produto não estava vencido. A nutricionista retirou todo o estoque do local e foi feita a assepsia da cozinha".

Recentemente, alunos de escolas públicas estaduais de São Paulo, criaram um perfil no Instagram para mostrar o que recebem de merenda escolar. Na foto, a merenda da Escola Estadual Fidelino de Figueiredo, no centro da capital.

A página Diário da Merenda está no ar há pouco mais de uma semana para denunciar a má qualidade do alimento. Na foto, a merenda da Escola Estadual Maria José, na Bela Vista, centro da capital.

A maioria dos pratos são compostos pela chamada merenda seca. Na foto, merenda da ETEC (Escola Técnica Estadual) Jornalista Roberto Marinho, na zona sul.

Recentemente, estudantes secundaristas foram à Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) pedir a instauração de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a redução da verba destinada à merenda escolar. Na foto, a merenda da Escola Estadual Professor Andronico de Mello, na zona sul.

A Secretaria Estadual de Educação negou a diminuição do repasse na merenda e que houve, inclusive, um aumento de 10%. De acordo com a pasta, os problemas apontados por alunos são pontuais e a maioria foi resolvida. Na foto, merenda da Escola Estadual Maria José, centro da capital. Os alunos reclamam que o gosto é ruim.

A secretaria explicou que o oferecimento da merenda acontece a partir de um acordo entre governos federal, estadual e municipal. Na foto, merenda da Escola Estadual Maria José, centro da capital.

O repasse por aluno é de R$ 0,30 (federal) e R$ 0,55 (estadual). Já o municipal, depende de cada prefeitura. Como algumas administrações municipais romperam o contrato com o governo, pode acontecer demora na contratação de novas merendeiras. Na foto, merenda da Escola Estadual Paulo Machado de Carvalho, no centro.

Por isso, algumas escolas oferecem merenda seca, que não precisa de preparação e não estraga com facilidade, informou a secretaria. Na foto, merenda da Escola Estadual Fernão Dias Paes, na zona oeste.

Merenda da Escola Estadual Fernão Dias Paes, na zona oeste.

Merenda da Escola Estadual Fernão Dias Paes, na zona oeste.

Merenda da Escola Estadual João Kopke, no centro.

Merenda da Escola Estadual Maria José, no centro.
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